Em documento tornado publico no dia 15 de setembro, o SINTAP deu a conhecer as suas reivindicações para o que resta de 2026 e para o ano de 2027.
Estas reivindicações assentam, sobretudo, no cumprimento, melhoria e aceleração da implementação do Acordo Plurianual em vigor até ao final da legislatura.
Este é um acordo que foi assinado como forma de estabelecimento do que é o mínimo aceitável em termos de, por exemplo, valorizações salariais e revisão de carreiras, e que o atual contexto socioeconómico e a enorme pressão que está a exercer sobre as famílias portuguesas – com valores da inflação além do previsto, aumentos sucessivos e imprevisíveis do bens de primeira necessidade, das taxas de juro do crédito à habitação e dos combustíveis – uma vez que existe no acordo uma cláusula que prevê que seja possível melhorá-lo em face de alterações substanciais das condições que estão na génese do seu articulado, e assim possa ser cumprido o seu propósito: reforçar o poder de compra dos trabalhadores, rever e valorizar as carreiras e maximizar a resposta dos serviços públicos dotando os serviços da Administração Pública de quadros motivados e carreiras atrativas, caminho que permitirá, definitivamente, tornar o emprego público capaz de atrair e reter competências.
Estas reivindicações baseiam-se em alguns eixos fundamentais, desenvolvidos em propostas concretas, justificadas pelos desvios dos valores da inflação face aos indicadores sob os quais foi firmado o acordo plurianual, constantes no documento que pode consultar integralmente AQUI.











